O recente surto de Peste Suína Africana na China levou produtores do país asiático a perderem grande parte dos animais, já que mais de 1 milhão de porcos foram abatidos. Antes o maior produtor de carne suína do mundo, hoje a China busca alternativas para abastecer o mercado. Neste contexto, surge uma oportunidade para o Brasil, cuja exportação de carne teve um aumento impressionante.

Segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), a carne suína apresentou a maior alta em 2019. As vendas atingiram US$ 1,08 bilhão, com uma elevação de 21,1% quando comparado ao mesmo período do ano passado. O volume de embarque chegou a 524,2 mil toneladas, tendo Santa Catarina como maior exportador, com 299,1 mil toneladas do produto enviadas para fora. Segundo a pesquisa, os principais destinos são os países asiáticos, mas principalmente a China, que já perdeu cerca de 20% da produção devido ao abate para conter o avanço da doença, o que aponta uma perda de aproximadamente 10 milhões de toneladas de carne.

Surto da PSA

A Peste Suína Africana é uma doença viral, incurável e altamente contagiosa. Apesar de não contaminar seres humanos, ela se dissemina rapidamente entre os animais, causando febre, perda de apetite, vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e diminuição das funções motoras. Os animais afetados, devido à alta taxa de infecção, disseminação e ausência de cura, devem ser abatidos para evitar o contágio nos demais.

A transmissão é feita por contato direto entre os animais doentes, consumo e circulação de resíduos contaminados, como andar por granjas infectadas ou caso os animais comam ingredientes com o vírus. Carnes de suínos contaminados, que são abatidos para venda, também são responsáveis pela epidemia, uma vez que a PSA fica armazenada e pode levar o vírus para outros países. No Brasil, não há registros da peste suína africana desde 1978.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde Animal, a doença já se espalhou por mais de 50 países, resultando em milhões de porcos mortos e queda no rebanho chinês, o maior do mundo, em 40% de volume.

Contenção e proteção ao rebanho nacional

Entre os suinocultores, o grande medo é que a doença avance para outras regiões do mundo, que hoje são importantes na produção de carne suína, como o Brasil. Portanto, além do controle rigoroso, tanto de produtos quando de pessoas vindas da China, os produtores buscam alternativas para manter a higiene das granjas e evitar a proliferação da doença.

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